Eu quis dizer Você não quis escutar Agora não peça Não me faça promessas
Eu não quero te ver Nem quero acreditar Que vai ser diferente Que tudo mudou
Você diz não saber O que houve de errado E o meu erro foi crer Que estar ao seu lado Bastaria… Ah meu Deus Era tudo o que eu queria Eu dizia o seu nome Não me abandone jamais….
Mesmo querendo Eu não vou me enganar Eu conheço os seus passos Eu vejo os seus erros Não há nada de novo Ainda somos iguais Então não me chame Não olhe pra trás…
"Apenas quero que dentro de si mesma haja, na hora de partir, uma determinação austera e suave de não esperar muito; de não pedir à viagem alegrias muito maiores que a de alguns momentos. Como este, sempre maravilhoso, em que no bojo da noite, na poltrona de um avião ou de um trem, ou no convés de um navio, a gente sente que não está deixando apenas uma cidade, mas uma parte da vida, uma pequena multidão de caras e problemas e inquietações que pareciam eternos e fatais e, de repente, somem como a nuvem que fica para trás. Esse instante de libertação é a grande recompensa do vagabundo; só mais tarde ele sente que uma pessoa é feita de muitas almas, e que várias, dele, ficaram penando na cidade abandonada"